quarta-feira, 21 de março de 2018

A vez da Maria: Dos momentos felizes

A vez da Maria: Dos momentos felizes: (Joan Miro) Já fui feliz: a colher malmequeres amarelos e a fazer deles grinaldas e colares de princesa; a trepar às figueiras e cerej...

Extraordinárias coisas simples da vida! Tocam-nos!

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Sinal tangível

"A Europa não é só palavras, papéis e burocracias.
 Nenhum Estado-membro deve estar entregue à sua sorte quando os recursos naturais não são capazes de fazer frente às catástrofes naturais. Não há dúvida que a reconstrução das vidas dos cidadãos afectados por um desastre natural tem um enorme impacto económico e psicológico. é por isso que a Comissão Europeia tem instrumentos como o Fundo de Solidariedade, os fundos estruturais e outros, de modo a ajudar a reconstrução das comunidades. 
... as alterações climáticas obrigam a melhorarmos a nossa capacidade de resposta aos desastres naturais, porque vamos assistir a um aumento dos fenómenos climatéricos extremos: ondas de calor, tempestades, secas, deslizamentos de   terra, inundações fluviais.
O nosso objectivo é cumprir as suas expectativas de "uma Europa que protege". Esta iniciativa é um sinal tangível...*

* CHRISTOS STYLIANIDES, comissário europeu para a Ajuda Humanitária e Gestão de Crises, entrevista ao Público de 19Fev2018; em destaque, o novo instrumento "rescEU":uma reserva de meios da proteção civil da UE, que inclui aviões de combate a incêndios, bombas de água especiais, equipas de busca e salvamento em meio urbano, hospitais de campanha e equipas médicas de emergência.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Construído ao longo de 300 anos



A notícia:

"A UNESCO classificou nesta quinta-feira [7/12/2017] como Património Cultural Imaterial da Humanidade a produção dos "Bonecos de Estremoz", em barro, uma arte popular com mais de três séculos.
A classificação da "Produção de Figurado em Barro de Estremoz", vulgarmente conhecida como "Bonecos de Estremoz", foi decidida na 12.ª Reunião do Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, na sigla em inglês) para Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que decorre na Ilha Jeju, na Coreia do Sul, até sábado.Com mais de uma centena de figuras diferentes inventariadas, a arte, a que se dedicam vários artesãos do concelho, consiste na modelação de uma figura em barro cozido, policromado e efectuada manualmente, segundo uma técnica com origem pelo menos no século XVII" - fragmento do jornal do dia Público 7DEZ2017

 
Figura em barro cozido, policromado

UM FELIZ NATAL!  

sábado, 25 de novembro de 2017

Pedro Rolo Duarte

Recebo a triste notícia: um grande jornalista já não está entre nós.
Homem da verdade, da qualidade, da lealdade, da crítica construtiva, da grande cultura, da juventude (associo-o ao "Sete").
Gostava muito do Hotel Babilónia, que ele fazia tão bem! Estranhei a sua ausência no último programa que foi conduzido pelo amigo: agora percebo a razão!
Julgava-o eterno, queria que fosse eterno!
"Se calhar julgas que andas escondido e que eu não sei onde estás.. Está bem, está: eu sei tudo. Nisso, sou como tu. Não é fácil saber tudo. Também nisso sou como tu: preferia não saber nada. Com nada consegue-se trabalhar. (...)*

*Fragmento da crónica Ainda ontem, terça-feira!
 

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

2 Dedos de Conversa: somos todos contra os incêndios (2)


(foto)

Esta foto dava uma aula muito completa sobre os conceitos de Estado, Governo, Direito e Bom Senso.
A história vem contada (muito bem contada!) por Ricardo J. Rodrigues nesta reportagem do DN:

Há 28 anos um povo lutou contra os eucaliptos. E a terra nuncamais ardeu

Em poucas palavras: durante a era Cavaco, o ministro da agricultura Álvaro Barreto, que estava muitíssimo ligado à indústria da celulose (podem ver no seu currículo que foi presidente do Conselho de Administração dessa empresa imediatamente antes e imediatamente depois de ter sido ministro da Agricultura), defendia a implantação do eucalipto. Em Valpaços, uma subsidiária da Soporcel estava a substituir 200 hectares de oliveiras por eucaliptos, com apoios europeus a fundo perdido. A população juntou-se e avançou para a propriedade para arrancar os eucaliptos. Os 200 agentes da GNR enviados não conseguiram parar as 800 pessoas que estavam a lutar pela sua segurança e pelo seu futuro. Alguns deles, nem quiseram - como o que lhes disse «Tendes razão, por isso vamos fingir que não vemos.» Outros carregaram sobre as pessoas. Até a guarda a cavalo veio para impedir a população de arrancar os eucaliptos.
O povo lutou com ardor e teimosia. Os poucos hectares de eucaliptos que ainda sobravam, ao fim do dia, foram arrancados mais tarde pela calada da noite.
Os proprietários que se seguiram foram logo avisados que escusavam de pensar em plantar eucaliptos.
Há trinta anos que não há lá incêndios.
.... ver aqui
somos todos contra os incêndios (2)


É um acontecimento de divulgação obrigatória!

Um exemplo: a acção vale mesmo!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Alpendre da Lua: Manifesto: Pela nossa saúde, pelo SNS

Alpendre da Lua: Manifesto: Pela nossa saúde, pelo SNS: Manifesto: Pela nossa saúde, pelo SNS Porque é um assunto que a todos nos diz respeito, tomo a liberdade de vos contactar para vos ...

Subscrevo

Celso José Costa